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"Analisa bem quem é teu amigo, porque se o consideras como tal e ele não o for, pode muito bem ser o teu principal inimigo"

Anónimo
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Tarde a chorar

Já toda a gente sabe que eu sou um sentimental e um romântico (há quem me chame lamechas).
O que muitos (ainda) não sabiam é que eu choro quando me emociono com um filme mais ou menos dramático; desde a singela lágrima no canto do olho, até áquelas lágrimas que caem e inundam a cara toda, deixando os olhos inchados, como se estivesse a chorar de dor.

Serve esta minha introdução para dizer que passei a tarde deste domingo a chorar como uma Madalena arrependida a ver este filme:



O filme realizado por Frank Marshall e produzido pela Disney, já tem três anos, mas só tive o prazer de o ver este domingo, na SIC. Trata-se de um emocionante e comovente filme de acção e aventura, sobre a lealdade e a amizade de um guia, Jerry, brilhantemente interpretado por Paul Walker, que se vê obrigado a deixar para trás os seus oito cães de trenó (Buck, Dewey, Max, Maya, Old Jack, Shadow, Shortie e Truman), para sobreviver ao mais terrivel Inverno do planeta.

Como amante que é dos seus cães, Jerry não descansa enquanto não regressa à Antárctida para resgatar os seus amigos, 175 dias depois de os ter lá deixado. Baseada em factos verídicos, esta história comove qualquer um, principalmente nas cenas em que dois dos cães morrem e, principalmente, no reencontro dos restantes seis com o seu dono e amigo.

Até sábado passado, o filme que mais lágrimas me fez brotar foi "A Cor Púrpura"; este domingo bati o recorde; chorei, chorei, chorei até ficar com os olhos doridos e mais chorei no fim quando Jerry carregou nos seus braços a sua cadela preferida, Maya, que ele julgava estar morta.

A quem ainda não viu, aconselho vivamente e claro que este filme vai direitinho para a minha lista Top 10 dos melhores filmes. Como dizia Milan Kundera, “Os cães são o nosso elo com o Paraíso. Eles não conhecem a maldade, a inveja ou o descontentamento. Sentar-se com um cão ao pé de uma colina numa linda tarde, é voltar ao Éden onde se fica sem fazer nada e isso não era tédio. Era paz.

4 Comentários:

Maria Paula Ribeiro disse...

Joel,

Chorar faz bem! É porque és sensível!
Uns clientes meus falaram-me dele como também um dos melhores filmes que viram.
Já está na mira e o comprar! :-)
Jinhos

Maria de Fátima disse...

Olá Joel também vi este filme e fartei-me de chorar.Quem tem animais e os ama é incapaz de não ficar sensível ao tema do filme.Beijinhos.

Joel Pinto disse...

Olá Paula...
Chorar faz bem e limpa a alma! Quanto ao teres que comprar o filme, não precisas; eu já o tenho (lol) e quando for a Penedono dou aí um salto e empresto-to...

Jinhos

Joel Pinto disse...

Olá Fátima...

É verdade o que dizes, mas mesmo quem não aprecie os animais acho que não deixa escapar uma lágrima ao ver este filme.
Beijinhos.

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