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"Analisa bem quem é teu amigo, porque se o consideras como tal e ele não o for, pode muito bem ser o teu principal inimigo"

Anónimo
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Pedido de desculpas??

Eu, que nunca fui formalmente apresentado a esse desporto chamado futebol (não pesco nada da coisa), a que ousaram, um dia, qualificar de "Desporto-Rei", pergunto: não haverá por aí um brasileiro qualquer a quem tenhamos de apresentar um sincero e sentido pedido de desculpas?
Quiçá mesmo, dizer "Volta Felipão, que estás perdoado???"

É tão triste, nestas alturas, assumirmo a nossa Raça como autênticos Portugueses (ou tugas, como se vê por essa Internet fora)!! O espectáculo até que não foi desagradável de se ver, mas o que conta, "penso eu de que", é o número de vezes que a bola entra na baliza do adversário e não a quantidade de remates à sua baliza. Corrijam-me se estiver enganado, enquanto vou cavando um buraco no meu jardim...

Foto: Público

Politiquices

A política cá no burgo já começa a saturar. Não se fala de outra coisa, a não ser de quem vai ser o novo Provedor de Justiça. Outro assunto, só mesmo o Sporting-Benfica do passado fim-de-semana, e esse já cheira mal e a muitas léguas.
A agravar tudo isto, só se fala em históricos e nos históricos dos partidos e em mais nada. São sempre as mesmas caras, os mesmos dinossauros, as mesmas ideias e as mesmas teorias, já gastas e bem rompidas.
Até no concelho do qual sou natural - Penedono -, só se fala em política. As notícias, agora, são os candidatos às eleições autárquicas (ou a falta deles). O debate vai animado e até já se criou um blog para discutir tanta politiquice. Denominado O Lado Escuro de Penedono, as coisas vão animadas para aqueles lados, com um senão apenas: é pemitido o anonimato e, nestas coisas, já se sabe o que acontece; vale tudo e até arrancar olhos.
Vale a pena espreitar...

Ajuda?

Acabo de receber, por e-mail, o seguinte primor, com o assunto "Ajuda (Terreno para casa em madeira)"

Caro(a) leitor(a)

Bom Dia.

Somos uma família numerosa com poucos recursos financeiros motivo pelo qual resolvemos optar por este meio.

Necessitamos de um terreno para construir uma pequena casa em madeira em Portugal.

Características do terreno:

Área mínima de 500 m2, com acesso alcatroado ou não.

PDM - Urbanizado, urbanizável, não urbanizado, não urbanizável, rural ou simplesmente um terreno.

Localização ou situação geogáfica - Porque o meu emprego é em lisboa, o terreno em questão terá que estar situado no máximo a 50 km de Lisboa.

Se eventualmente tem um terreno nestas condições ou conhece alguem que o tenha, por favor colabore; Pretendo dar um lar legal, saudável, ecológico e pouco dispendioso à minha família.

Na expectativa de resposta, agradecemos a atenção dispensada.

Resposta para - sotam1955@gmail.com

Tel. - 214961269 - a partir das 18 até as 20 horas.

Armando Morais.

É claro que o endereço remetente não é o mesmo para o qual sou convidado a responder. Esta singela mensagem foi-me enviada a partir de um endereço de uma empresa de consultoria da Amadora que, pasme-se, se presta a este tipo de coisas.
Se a moda pega...

O preço de viver no interior

Este fim-de-semana foi infernal...Prestes a terminar o prazo para entrega das candidaturas ao MODCOM, lá fui "cravado" para dar uma ajuda ao processo que os meus pais estavam a pensar apresentar. A burocracia é de tal ordem e a quantidade de coisas a fazer é de tamanho tal que, o mais comum dos mortais, acredito, acabe mesmo por desistir.

O problema no meio disto tudo, prende-se com a papelada que é necessária: balancetes de 3 anos, comprovativos de pagamentos, salários dos funcionários, cadastros comerciais, declarações de ínicio de actividade,... enfim é um rol de material que nunca mais acaba. Uma empresa, dita normal, acaba sempre por ter tudo isto e mais alguma coisa à mão, porque possui fantásticos departamentos de contabilidade, onde é só pegar no telefone e pedir a um colaborador ou a outro que, em menos de nada, a coisa está em cima da sua mesa. Ora, o mesmo não acontece a quem tenha uma pequeniníssima ou mediana empresa, onde tudo é entregue a um contabilista (muitos deles sem curso ou formação para tal). Noutras situações, ainda ouço mesmo dizer "ai, eu dei tudo ao meu guarda-livros e não sei de nada". Ele, coitado, lá vai fazendo o que pode, sem se actualizar no espaço e no tempo. À falta de melhor, é o que se pode arranjar lá para o interior. Por vezes, há alternativas e bem melhores, mas se já estamos com este contabilista há mais de 20 anos, porque motivo havemos agora de mudar? Ora bem, é preciso modernizarmos a nossa empresa e, para isso, temos que alargar os nossos horizontes. E o pior, é quando é às nossas custas!!

A ajudar tudo isto, é a rede de banda larga móvel nos computadores que não nos ajuda em nada. E quando digo em nada, é mesmo em nada. Para quem está habituado a ter uma Internet ADSL com uma velocidade de 8 Mb, e de repente encontra-se a trabalhar em GPRS, e a ligação a cair quando preenchemos formulários on-line, é desesperante, com vontade mesmo de atirar o pobre coitado contra a parede em frente. E, nesta situação, apelamos à nossa contabilista de uma vida para nos facilitar a vida.

Correu mal...

Primeiro, a pobre coitada nem sabe o que é um ficheiro pdf nem acredita que a pen que eu levo dá para abrir no computador dela. Nem sequer quer que eu lhe explique como se faz. Diz que não dá e ponto final. Vejo-me obrigado a ir imprimir umas míseras folhas a um fotógrafo ali ao lado, que lá me faz o jeito. Regresso à contabilista e entrego-lhe o rol de material que ela tem que nos dar. Não tem metade do que é preciso e o resto tenho que o pedir eu.

Se desesperado estava, indignado fico... Então, você não tem isto aqui em formato digital no seu computador? Não, responde ela. Mas tenho aqui (e entega-me um maço de 52 folhas) do género disso que quer, que também dá. E o que faço eu com isso, se tenho que mandar por e-mail? Ai, não sei, diz ela. Passamos a outro assunto, para não me aborrecer. E isto aqui, você pode fazer? Ai, isso não sei o que é, mas de certeza que tem que enviar para lá uma carta para eles darem autorização, responde ela. OK. Eu depois faço no site das Finanças. Passamos à frente. E isto aqui? Ai, isso é também com as finanças; isto aqui é na Segurança Social e isto aqui nunca ouvi falar, mas veja no banco.

Saí dali com vontade de cortar os pulsos e comentei com a minha mãe "já está mais que na hora de despachar este postal, não acha?"

Adiante.

Na Segurança Social, ou melhor, na delegação regional, vulgo "Casa do Povo", a funcionária que me atende (já lá está a trabalhar desde que me tenho por gente), diz-me que também não é lá; que tenho que ir à Internet, à Segurança Directa e pedir a "passuar". Eles depois mandam por correio e é lá que tem que dar essa autorização. Mas isso não pode ser feito aqui por vocês?, perguntei eu, com vontade de me escancar a rir. Não, porque a nossa "passuar" não deixa.

OK. Vamos às Finanças.

Uma simples declaração de início de actividade, foi um atêntico quebra-cabeças. Tem que ser mesmo a cópia da declaração, igual à do arquivo ou basta o printque nós tiramos com a data?, quis saber a menina. Não sei, disse eu. A declaração do arquivo tem o quê? O que é que lhe costumam pedir os outros, quando vêm cá? Não sei, disse ela. Depende para o que é. Lá expliquei e a menina lá me responde: pois, não sei,mas se calhar é melhor levar a declaração... Pois, disse eu. Foi isso que eu pedi.

Enquanto isso, na mesa ao lado, outra funcionária desesperava com os impressos do IRS: o menino (16 ou 17 anos) que estava a ser atendido queria entregar o IRS do avô, cujo impresso estava apenas assinado pelo senhor e, num papel já todo amarrotado, tinha os valores dos rendimentos e das despesas de saúde. Para a menina preencher? Qual quê? Entregou-lhe uma canetinha bic, com a tampa bem roída e disse-lhe: tens que preencher isto. O miúdo lá responde: o quê? Eu não sei preencher isto. Ela respirou fundo e lá explicou. No fim, faltava o nº de contribuinte da entidade patronal. Pergunta ela: Quem é o patrão do teu avô? Sei lá, respondeu ele, sempre a mascar uma pastilha elástica. Então se não sabes, vai lá perguntar-lhe e ele que coloque aqui o contribuinte do patrão. O miúdo lá se levanta e sai. Comentário da menina: esta canalhada de hoje gosta mesmo de se armar em ignorante. Respondo eu: gosta de se armar, não. O problema é que esta canalhada é ignorante...

No banco: a propósito deste novo serviço MS SPOT, lá vou eu ao balcão, seguindo as instruções do site. O funcionário pergunta logo: isso é o quê? Nunca ouvi falar. Lá expliquei e fiquei de voltar na segunda-feira para ele confirmar. Responde que os terminais já estão preparados para os pagamentos de serviços. Pois, isso eu sei, disse eu, mas não estão preparados para fazer carregamentos para os telemóveis e era isso que eu queria. Ficou de confirmar não sei com quem e fiquei eu de passar mais tarde. Entretanto, liguei para a linha de apoio do banco. A assistente, muito simpática, lá me explica que tem que haver uma parametrização do nosso MB e que isso tem que ser pedido no balcão. Lá volto eu, ao que o funcionário me diz que, na circular que acabaram de receber, diz lá qualquer coisa sobre a parametrização e que ia ver o que isso era e que depois nos dizia alguma coisa.

Conclusão: Ninguém merece. O Criador lá em cima deve-me estar a castigar por alguma monstruosidade cometida por mim noutra vida passada, só pode.
Se encontramos no interior do país, qualidade de vida, sossego e ar puro, também é verdade que encontramos por lá muita lentidão dos serviços (para não lhe chamar outra coisa pior). E não sei o que é melhor: se a agitação e a poluição da cidade; se certa incompetência que grassa em muitas dessas esquinas.
Com isto tudo, estou deprimido. Vou tomar um banho e vou para a cama. Hoje não me apetece encarar a cozinha e fazer o jantar. E amanhã não posso mesmo fugir do trabalho!!!

Animais abandonados

É sempre triste e revoltante falar-se neste tema. E, mais uma vez, a minha alma fica parva por ver que há ainda gente neste mundo capaz de cometer atrocidades com os nossos amigos de 4 patas.
Ontem, junto à saída da A29, no nó de São Félix da Marinha/Granja, local por onde passo todos os dias, foi deixada uma caixa de cartão, coberta por um plástico preto. Dentro da caixa, para não variar, estava uma cadela rafeira e umas quantas crias ainda pequenas.
Será que as pessoas que cometem tamanha desumanidade não sabem que, se não podem, não devem ter um animal em casa? E, pior do que isso, deixar engravidar uma cadela? Para quê? Para depois a abandonar aos quatro ventos?
Hoje, ao passar por esse mesmo local, já não vi, nem a cadela, nem as crias. Quero pensar, lá no meu íntimo, que uma alma caridosa passou por lá e encaminhou os pobres bichos para um centro qualquer de adopção de animais ou, quiçá, conseguiu arranjar novos donos para os pobres coitados.
Acredito que seja isso que tenha acontecido, até porque, a 300 metros dali está uma escola secundária e por ali passam centenas de crianças por dia; pode ser que uma delas se tenha sensibilizado e salvo aqueles pobres animais de morrerem atropelados.
Dá vontade de perguntar: afinal, quem é o animal?

Template igual

Tenho andado por aqui e por ali a "chafurdar" no que vai por essa blogosfera fora e não é que já estou cansado de ver tantas templates iguais à do meu blogue?

Custou, mas consegui emparelhar aqui uma coluna do lado esquerdo que não é para qualquer um; só por isso, já vale a pena o trabalho.

Invejosos(as)...

Banhada Festivaleira



Antes de ler o texto que a seguir se segue, convém esclarecer que a imagem está desfocada de propósito. Pelos lados da RTP, as coisas nãoestão só cinzentas, como também carregadas de negras nuvens.

Mais um ano e mais um Festival da Canção. E, para variar, mais uma banhada, exactamente igual à que ocorreu há 3 anos, quando Portugal foi representado pelas paupérrimas Non Stop, em detrimento da Vânia.

E a Europa volta a rir a bandeiras despregadas depois do flop que foi mais uma edição do festival. Quer-me com isto parecer que é intenção da RTP passar uma péssima imagem do país que somos e não quer ganhar um concurso europeu de canções.

Quero com isto dizer que há músicas bonitas e há bonitas horrorosas (aquele loiro é por demais deprimente para a minha alma), da mesma forma que há músicas festivaleiras e há outras que são autênticas palhaçadas para serem levadas lá fora e para apresentarmos a milhões de europeus como o melhor do nosso país.

Independentemente das características e qualidades que a Luciana Abreu possa ter como pessoa e como mulher, é indiscutível que a canção apresentada por ela era a melhor para ser levada lá fora; o público votou e assim o decidiu. No entanto, a RTP voltou a frustrar as intenções do Zé Povinho, quandovoltou a nomear um Juri que ninguém sabe por quem é composto e decidiu escolher outra canção.

Volto a dizer que a música escolhida não é má; mas não é festivaleira e não fica no ouvido de ninguém. E, mais um ano, e lá vamos ficando (há 45 anos) na cauda da Europa.

E depois ainda culpam a crise!!!

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Vieram cá parar...

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