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"Analisa bem quem é teu amigo, porque se o consideras como tal e ele não o for, pode muito bem ser o teu principal inimigo"

Anónimo
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Parceria

O site brasileiro "O Jornalista" e o blog português Fim do Jornalismo? firmaram uma parceria que irá propiciar, entre outras coisas, o intercâmbio entre os jornalistas dos dois paí­ses de lí­ngua portuguesa.

Para além disso, foi oficialmente lançado o grupo de discussão virtual Jornalistas Brasil - Portugal que pretende aproximar os jornalistas dos dois paí­ses, para um intercâmbio sobre as questões que envolvem a nossa profissão e o seu exercí­cio. Outras novidades se seguirão a curto prazo.

Para fazer parte deste grupo, basta enviar uma mensagem em branco para o seguinte e-mail: jornalistasBrasil-Portugal-subscribe@yahoogrupos.com.br

De referir que o site "O Jornalista", voltado para os jornalistas, professores e estudantes de jornalismo, foi criado pelo jornalista brasileiro Vitor Ribeiro, com o objetivo de defender o ponto de vista dos que trabalham e lutam pela profissão de jornalista. O projeto contempla matérias, entrevistas, ilustrações animadas, links, notí­cias, espaço de fotojornalismo, legislação referente à profissão e pesquisas sobre os principais temas referentes à  prá¡tica do Jornalismo no Brasil, além de ter a relação completa de todos os sindicatos de jornalistas do Paí­s e a í­ntegra do anteprojeto de lei pela criação do Conselho Federal de Jornalismo.

Quanto ao blog Fim do Jornalismo, do qual também sou responsável, debatem-se questões como para que servem, afinal, os jornalistas? Será que estamos no princí­pio do fim desse fenómeno chamado Jornalismo? Será que a Internet e as novas tecnologias vão colocar um ponto final no jornalismo? Ou, pelo contrário, irá ser uma grande aliada...

As bases estão lançadas. Aguarda-se a participação de todos.

A nossa vida

Na próxima edição de 16 de Fevereiro do jornal 4 Esquinas, vai ser publicado este meu artigo de opinião:

A nossa vida


A nossa vida tem destas coisas. Hoje somos tudo; amanhã não somos nada. Vem a propósito este meu pensamento por causa dos recentes acontecimentos que envolveram o jogador do Benfica, Fehér. Por mais que façamos, por mais que queiramos, nós não somos nada nesta vida e somos, tão somente, aquilo que o Criador quer que sejamos. Não adianta barafustar, não vale a pena fazer grandes projectos para a nossa vida porque, mais cedo ou mais tarde, vai tudo por água abaixo e tudo o que cá fica, deixa de ter importância, deixa de ter significado.

E há depois a exploração de tudo o que foi nosso e que passa a ser daqueles que nunca nos ligaram nenhuma; ou passa a ser de todos, porque todos se acham no direito de ficar com elas. Aquelas pequenas coisas que para nós significaram muito e que para os outros não passa de um trapo qualquer, à mercê de um qualquer saco do lixo. Enerva-me solenemente pensar que os meus livros, que tanto me custam a coleccionar, um dia, não irão ser apreciados da mesma forma como eu os aprecio. Até que penso que cada um de nós vale por aquilo que faz ou fez e não por aquilo que cá deixou. Adiantará, por isso, prejudicar os outros com a desculpa de que "mais fica para mim"?

Nunca como agora dou por mim a pensar na vida. Acho um pensamento ridículo, mas a verdade é que é essa. Questiono-me se vale a pena o esforço e o sacrifício de fazer alguma coisa; comprar coisas, viver a vida, viajar, conhecer outras culturas, outras pessoas. Enfim, tentar ser feliz.

Considero-me uma pessoa jovem. Ainda não cheguei à casa dos trinta, já acabei o meu curso (sabe Deus o trabalho que me deu), arranjei um emprego relacionado com aquilo que queria fazer e para o qual estudei. E para quê? Para ganhar pouco mais que o ordenado mínimo nacional. Por mais triste que isso seja, é a mais pura verdade. Trabalho a 35 quilómetros de casa; demoro mais de uma hora para chegar à redacção e gasto quase metade do meu ordenado nas minhas despesas. Trabalho ao lado de pessoas que gosto e com as quais simpatizo, da mesma forma que também trabalham lá outras pessoas que não suporto e com as quais sou obrigado a conviver e que só pensam em ganhar cada vez mais dinheiro.

Até que cheguei a uma fase da minha vida em que deixei de ter vida própria. Saio de casa para ir trabalhar, por volta das oito e meia da manhã e, quando regresso, o sol já se pôs à muito. Poucos são os dias da semana em que não chego a casa por volta das nove da noite. Deixei de sair com os amigos, já não vou a um cinema ou a um bar há já alguns meses e, quando chega o fim-de-semana, só me apetece ficar em casa, estendido no sofá, a dormir o dia todo.

E tudo isto para quê? Porque a sociedade a isso nos obriga. Somos meros peões, num mundo que gira à nossa volta e cujas regras nos foram impostas. Alternativas? O mercado de trabalho deste nosso País está embrulhado numa crise, da qual não sairá com tanta facilidade assim. Os nossos governantes prometem, fazem grandes alaridos, confirmam que a retoma vem aí. O que é facto é que esta crise instalou-se em Portugal e parece que está a gostar das acomodações. E cá andamos nós, a reboque de uma Europa desgastada que nada faz.

Desabafos...

Desabafos...


Algumas pessoas têm-me perguntado por que é que não tenho actualizado o meu blog.
A verdade, por mais voltas que dê, é que não tenho tido paciência. Para além da falta de paciência, sobra-me a falta de tempo. Pois é, vida de jornalista não é pêra doce e, por mais que se tente, o dia só tem 24 horas.
E é, ao chegar a casa, sempre com o ponteiro do relógio a aproximar-se das 9 da noite, que me dou conta das milhentas coisas que ainda queria fazer mas que já não consigo ou não vou a tempo. Adoraria estar mais tempo com aqueles que gosto; gostaria de ir mais vezes ao cinema ou a um bar tomar um copo (Meu Deus, quando foi a última vez que fui a um bar???); gostaria de passear mais vezes com os meus meninos.
Mas não conigo. Do alto dos meus 28 anos, chego a casa, janto (muitas das vezes sem vontade) e atiro-me para o sofá. Estendo-me ao comprido, com o Óscar deitado sobre mim (quem não sabe quem é o Óscar, faça o favor de o ir ver ao meu Fotolog) e, muitas das vezes, adormeço ao som de um programa qualquer que a nossa TV teima em manter no ar. Já nem me lembro da útima vez que fiz zapping na TV Cabo...
Então, agora, que descobri as maravilhas do eMule, não quero outra coisa e a minha lista de filmes e de músicas, não pára de aumentar.
Reparem bem, é quase 1:30 da manhã e tenho que me levantar às 9:30 para ir entrevistar um palermóide qualquer na cidade da Maia. Ainda por cima, não era a minha vez de trabalhar no fim de semana, porque ainda no sábado passado fui fazer um trabalho em Ponte de Lima.
Assim e, como os textos que tenho feito, não são dignos de virem parar aqui (para isso é que não os assino no jornal), não tenho actualizado o meu blog.
Estou cansado. Sinto-me cansado. Cansado de tudo e de todos. As mesmas caras, as mesmas pessoas, os mesmos ares. Tudo igual. Nada muda; porque razão hei-de eu mudar?
Estou farto daquele meu trabalho. O que ainda me tem valido é a convivência com os outros jornalistas. O pessoal da redacção é muito porreiro e eu lá vou fazendo o esforço de deixar que eles me aturem. Quanto aos comerciais que lá trabalham, acho que os odeio a todos (tirando um ou dois) e já não suporto aquelas vozes estridentes e irritantes todos os santos dias.
O salário, também é outra porcaria e cheguei à conclusão que estou a gastar metade do meu ordenado em despesas para ir trabalhar todos os dias. E para quê, pergunto-me??? Acho que está na altura de dar meia volta, procurar outros voos e deixar de remar contra a maré ou ainda vou parar ao Conde Ferreira.
Por isso é que, se não actualizar isto dentro em breve, com um texto meu que até tenha gostado de ter feito, é porque tirei férias e decidi internar-me num hospital psiquiátrico.

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