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"Analisa bem quem é teu amigo, porque se o consideras como tal e ele não o for, pode muito bem ser o teu principal inimigo"

Anónimo
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Festival RTP da Canção

Mais um ano, e volta-se a falar do Festival RTP da Canção. E, para variar, a RTP decidiu "inovar". Assim, aceitou que o Zé Povinho, leia-se, o entendido na matéria, enviasse maquetas com novas músicas, candidatas a um lugar ao trono e que nos representasse a nós, povo de Portugal, na edição deste ano do Festival Eurovisão da Canção, que se realiza em Maio, em Moscovo.

Eu sou um fanático da Eurovisão; sempre gostei e sempre gostarei deste tipo de concurso, apesar de ter caído um pouco em desuso, fruto da concorrência que, por cá, bem ou mal se vai fazendo. Mesmo assim, sempre defendi o género e considero que já levámos lá fora excelentes músicas.

Das 393 maquetas de canções que a RTP recebeu, a comissão avaliadora (nome pomposo...) escolheu 24 para serem submetidas a avaliação dos internautas e, destas, as 12 mais votadas irão ser apresentadas, no próximo dia 27 de Fevereiro, a concurso no tradicional Festival RTP da Canção. Ora, com tanta gente inteligente neste país, cada vez mais músicos novos a aparecerem nos meios, e a RTP vai contratar três dinossauros. Dinossauros em todos os aspectos; a saber: Tó Zé Brito, Fernando Martins e Ramon Galarza. Três nomes que já deram muito ao país mas que já estão ultrapassados, nestas lides da Eurovisão.

Assim sendo, pergunta-se: quando é que alguém decide apostar e inovar neste país? Com mentalidades e gostos deste género, onde é que eles pensam ir? E depois não admira: as músicas seleccionadas são do mais pobre (para não colocar adjectivos piores) que há e pode haver. Eu não acredito que no meio de quase 400 músicas recebidas, estas 24 escolhidas tenham sido as melhores... Há lá uma ou outra (duas, se querem saber) que se aproveitam; mas são musiquinhas já batidas que não interessam a ninguém e não têm pernas para chegar aos primeiros dez lugares, quanto mais à vitória...

Para se chegar longe lá fora, é preciso ousar e não é com estas escolhas que vamos lá. A título de exemplo, a nossa Lucy também se lembrou de enviar uma musiquinha e, das 24, acredito cegamente que é a que vai ganhar; não é que a música seja por aí além, que não é, ou valha alguma coisa, que não vale. Mas, de todas, é a que tem mais ritmo e isso só não basta para convencer a Europa.

Para além disso, de que adianta apostar numa música se depois a RTP não a promove por essa Europa fora, como fazem inúmeros países? E depois, as nossas mentalidades são tão pequeninas que nos pomos a discutir no site, onde se está a votar e a escolher as 12 músicas, que a Lucy foi uma das nomeadas por causa das suas mamas de silicone!!! Poupem-me...

Para os interessados, em votar e em acompanhar os mexericos do momento a propósito das "duas novas amigas" de silicone da Luciana Abreu, até ao fim do mês, pode clicar aqui.

Por mim, fico a aguardar novidades para o próximo ano.

Rafael - Parte II

A contar as horas até à chegada do Príncipe... já está em viagem!!!

Ser jornalista

Já não é a primeira vez que nos vamos deparando com excessos cometidos por alguma comunicação social e, mais particularmente, por alguns jornalistas.
Esta minha introdução serve para ilustrar os ataques com que o nosso Primeiro-Ministro tem vindo a ser alvo, de uma forma, menos profissional por parte de alguns da nossa classe. Podem acusar-me de não ter grande experiência e até mesmo de não ter muita sensibilidade para entrevistar o eng. José Sócrates, mas mesmo assim, creio que isso não justifica certos abusos.
Na comunicação ao País do Presidente da República, a propósito do polémico Estatuto dos Açores, Ricardo Costa, jornalista da SIC, insurgiu-se mesmo perante a aprovação por parte da Assembleia da República do referido diploma e, claro, não iria deixar os créditos para outros na entrevista que Sócrates deu a esse canal de televisão.
Admirei-me mesmo o Primeiro-Ministro não ter abandonado a entrevista a meio; podia faze-lo e ninguém o censuraria, tais eram as afrontas dirigidas por Ricardo Costa em cada pergunta dirigida ao seu entrevistado.
O papel de um jornalista, enquanto entrevistador, é colocar ao seu entrevistado, as questões que os seus leitores ou telespectadores gostariam de colocar. Pura e simplesmente, perguntar. Escusava o Ricardo Costa de acompanhar, cada pergunta, com a sua opinião pessoal; ninguém lha pediu e ninguém estava interessado em ouvi-la.
E logo a SIC, que nos habituou a um jornalismo de qualidade, deixar-se enredar por este tipo de brejeirices, não abona nada a seu favor. Quanto a conclusões, resta saber (e isso vamos acompanhar mais próximo das eleições) se esta tendência de jornalismo político se vai manter por cá.

Os filmes da minha vida

Deixo-vos aqui o top 5 dos filmes da minha vida:


5. A Cor Púrpura


Este filme de Steven Spielberg, realizado em 1985, ganhou o prémio de Melhor Filme da National Board of Review e apareceu nas listas dos Dez Melhores em todo o mundo.
"The Color Purple" mostra-nos Celie, brilhantemente interpretada por Whoopi Goldberg no seu primeiro papel no cinema, a casar com um violento homem a quem trata por "Mr." e que se isola do mundo, partilhando a sua dor somente com Deus. As lágrimas, nas cenas finais, são obrigatórias...
Já tenho este filme em DVD, numa edição normal.

4. A Lista de Schindler


Este filme de 1993 é a obra-prima de Steven Spielberg, que se tornou um dos mais distinguidos filmes de todos os tempos. Ganhou 7 Óscares e inúmeros prémios e menções honrosas. Interpretado por Liam Neeson, no papel de Oskar Schindler, ao vermos "Schindler's List" aprendemos acima de tudo o preço da vida humana e o quão importante ela deve ser salva. Para além de retratar o holocausto nazi, pomo-nos a pensar como é que a mente de alguém pode ser tão perversa ao ponto de querer eliminar todo um povo a seu bel-prazer.

Também já tenho este filme em DVD, numa edição especial.

3. Gorilas na Bruma


Resumo assim a filosofia deste filme: "uma vida que terminou cedo demais".
Com este filme, de 1988, Sigourney Weaver, vive a vida de Dian Fossey, que lhe valeu o Globo de Ouro para melhor Actriz Dramática, algures entre a floresta tropical que cobre as montanhas do Ruanda. Realizado por Michael Apted, em "Gorillas in the Mist", Dian Fossey vive com e para os gorilas, lutando em sua defesa contra tudo e contra todos.
Um arrebatador filme, cujo trabalho de uma vida viverá para sempre.

Ainda não tenho o filme em DVD; apenas numa cassete VHS que já está velhinha. Seria uma excelente prenda para o meu aniversário. Há uma edição especial que contém documentários de bastidores, menus interactivos, acesso directo às cenas e o trailer de cinema. Tudo isto (o filme também, claro) num único DVD. Não é fantástico??


2. Cleópatra


Realizado em 1963, tem por protagonistas, Elizabeth Taylor, Richard Burton e Rex Harrison. O filme narra o lendário conto da Raínha do Nilo e a sua vitória sobre Júlio César e Marco António. "Cleopatra" é o relato de uma impressionante mulher de irresistível beleza que seduziu dois dos mais poderosos soldados romanos, mudando o rumo da História. Realizado por Joseph L. Mankiewicz, este épico ganhou 5 Óscares da Academia.
Já tenho este filme em DVD e numa edição especial; se estavas a pensar oferecer-mo, sugiro que me ofereças o "Gorilas na Bruma".
E eis que chegamos ao Top 1:

1. E Tudo o Vento Levou


Realizado em 1939, "Gone with the Wind", venceu 10 Óscares da Academia americana e foi protagonizado por Vivien Leigh e Clark Gable, respectivamente, Scarlett e Rhett. Produzido por David O. Selznick e realizado por Victor Fleming, o filme baseia-se na obra de Margaret Mitchell, vencedora de um prémio Pulitzer, e fala-nos de um amor que acontece em plena Guerra Civil Americana.

Escusado será dizer que tenho o filme em DVD (uma edição especial e numerada para colecionadores) e o livro (2 volumes), adaptado para português pelo Círculo de Leitores.

Um dia triste

Hoje, vou-vos falar na Armanda; melhor dizendo, a Maria Armanda. É mais um membro da família...



Como qualquer animal, a constituição de família está-lhes no sangue e, no dia em que o meu pai fez 60 anos, no passado dia 30 de Dezembro, a Maria Armanda deu à luz um bonito cabritinho. Sozinha e sem ajuda, eis que o Joaquim veio ao mundo, às 18 horas.



Pequenino e parecido com a mãe, o Joaquim pôs-se de pé em menos de 10 minutos e, seguindo os conselhos da amiga veterinária, lá mamou na primeira meia hora de vida. No entanto, a mãe não se mostrou muito amorosa e era necessário segura-la para que o Joaquim se pudesse alimentar.

Quatro dias depois, e sem qualquer motivo aparente, eis que o Joaquim decide partir para outro mundo. Apenas nos apercebemos da sua morte, porque a mãe não se cansava de berrar. Um dia triste aqui em casa...

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