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"Analisa bem quem é teu amigo, porque se o consideras como tal e ele não o for, pode muito bem ser o teu principal inimigo"

Anónimo
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Ano ruim

Fazendo um balanço de 2010, este não foi um ano muito agradável e, confesso, estou radiante que acabe depressa. A começar, fiquei desempregado e demorei uns mesitos a dar a volta. Os infortúnios seguiram-se tendo culminado em algumas avarias em casa (torneira da cozinha, máquina de lavar e microondas) e, para acabar, uma porcaria de uma multa de trânsito e a inibição de conduzir por 30 dias. Logo agora, que tenho as formações para ministrar e não ter como me deslocar. O que me vale é o papá, a tia e o primo que me levam aonde tenho que ir.
Chegou, entretanto o Natal e ter que andar de autocarro a fazer compras não foi nada, mas mesmo, nada agradável. Para piorar tudo, em plena noite de consoada, a minha família ficou mais pequena e, consequentemente, mais pobre.
A Zuca partiu.


Acredito, lá no fundo, que para um mundo melhor.
Mas, em jeito de homenagem, posso assegurar-vos que esta foi uma cadela que me presenteou com inúmeras felicidades. Já o tinha dito aqui, mas a vinda da Zuca para minha casa, deveu-se à oferta de um vizinho; ou vinha para minha casa, ou ia para o canil, uma vez que ele não a podia ter num apartamento. E o estado em que ela estava? Lastimável... Não foi suficente um banho para ela ficar aprazível.
Depois dos primeiros dias de habituação à restante família, confesso que ela enturmou-se facilmente mas teve sempre que respeitar a posição do Óscar. Apesar de mais pequeno, ele sempre se impôs aos demais, até porque foi o primeiro.
A Zuca, no entanto, sempre foi um encanto de cadela. Escusado será dizer que tinha LOP e era neta e filha de campeões. Ela própria chegou a ganhar uma competição, ainda nova. A sua máscara (mancha branca na cabeça) era perfeita. Ora confirmem:


Meiga, brincalhona, limpa e carinhosa, estava sempre pronta para nos acompanhar na visita diária para despejar o lixo. Só havia um senão: a Zuca detestava a cadela do nosso vizinho. Sempre que ele saía para a passear, a Zuca ladrava desenfreada assim que a "ouvia" e só descansava quando se apercebia que ela já não estava ali.
O meu único lamento é o facto dela não ter sido mamã. Apesar das várias tentativas, apenas engravidou uma vez, mas as nove crias nasceram todas mortas.
Há cerca de seis meses, deixou de andar e a minha amiga Maria Paula avisou-me logo que devia ser displasia da anca. Com a medicação, depressa melhorou e nada fazia prever este desfecho. No dia 24, ela estava um pouco desanimada e não quis brincar; no entanto, alimentou-se bem. Quando chegamos a casa, por volta das 5 da manhã, estava sossegada e também não quis conversa; nem ela, nem os restantes...
Ao acordar, no dia de Natal, ela já tinha partido, em busca de algo melhor para si. O meu consolo é saber que, da minha parte, tudo fiz para que ela fosse feliz e acredito que ela assim o pensasse. As suas constantes demonstrações de carinho e brincadeira (até na hora de escovar o pelo) fazem-me acreditar que ela foi feliz.

Por isso, digo: vai-te embora 2010 e bem-vindo sejas 2011, se vieres por bem. Caso contrário, tomo um valium e quero acordar só em 2012.

O que vale é que, no que diz respeito ao amor, estou muito bem servido, obrigado...

Um esplendoroso 2011 para todos vocês!!!

Natal 2010

Amigo

Nunca como hoje, o conceito de amigo se tem banalizado; ouso, mesmo, dizer avacalhado. E porquê? Isso, não sei, mas sou capaz de apontar alguns culpados...

Actualmente, não há rede social (isto também dava um bom post...) que se preze, que não tem lá a indicação do botãozinho "nomear amigo", "apontar amigo", "escolher para amigo"... Acho ridículo, um absurdo, para não dizer pior.


Numa das formações que eu ministro (Comunicar em Segurança), começo logo a apresentação por desmistificar este conceito; afinal, o que significa ser-se amigo, ou ter amigos? Segundo o dicionário de português, um amigo é "aquela pessoa especial à qual estamos ligados por uma afeição recíproca"; um amigo é "aquela pessoa que conhece os nossos segredos e a quem confiamos tudo o que dizemos".

Em contraponto, temos os "amigos" das redes sociais, ou seja, centenas (para não dizer milhares) de desconhecidos, a grande maioria deles que nunca iremos conhecer pessoalmente, mas que referimos como nossos amigos, quando na verdade não passam de nada nem de ninguém (entenda-se como sentimento para nós; nosso). Mas a moda está aí e, pobre de mim contrariar os letrados deste país que concordam com o que lhes é imposto.

Eu, contra mim falo; confesso que não sou nada adepto dessas redes sociais: não tenho hi5, nem tão pouco twitter e muito menos facebook, apesar de receber inúmeros e-mails de pessoas que não conheço e que querem ser minhas "amigas" nesses espaços virtuais. Ao invés disso, criei este blogue (fui dos pioneiros em Portugal) em Dezembro de 2002 e por cá vou andando, dizendo de quando em vez "o que me vai na alma", subtítulo que tenho mantido desde o início.

Não tenho muitos seguidores, nem tão pouco muitos amigos que me seguem; nem por aqui, e muito menos na vida real, mas tenho poucos e bons amigos que sei que estão lá quando preciso deles. Para terem uma ideia aproximava de valores, consigo quantificar os meus amigos pelos dedos de uma mão e ainda me sobram dedos para fazer outras coisas.

Esta minha introdução (sim, o que acabei de escrever foi apenas a introdução) tem a ver com a entrevista dada pelo Cardeal Patriarca à revista Visão. Intitulada "Confissões de um Cardeal", D. José Policarpo confessa o seu desapontamento pelo facto de, Cavaco Silva, nosso presidente da República, ter proclamado a lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

E o que é que isso tem a ver com os amigos? Já lá vamos...
Segundo D. José, aquilo que Cavaco Silva deveria ter feito na altura, era vetar a lei para, e cito-o, "ninguém sabe o que ia acontecer a seguir". Questionado acerca da fé do professor na promulgação da lei, D. José não responde e refere apenas que "seria pronunciar-me sobre uma pessoa de quem sou amigo".

Ora, daquilo que eu entendo que foi publicado é que, as convicções do presidente eram a de vetar o diploma, mas como sabia que ele acabaria por passar no Parlamento, com os votos das bancadas mais à esquerda, o mesmo diploma acabaria por lhe ir, de novo, parar às mãos e ele ver-se-ia obrigado a promulga-lo, o que acabou por fazer numa primeira instância, poupando assim dinheiro aos contribuintes e tempo aos deputados, já de si muito escasso. Mas, e onde eu quero chegar com a minha questão é: até que ponto é que Cavaco Silva, poderia ter-se deixado influenciar pelas posições defendidas pela Igreja, por um lado, e pela sua estreita amizade ao Cardeal, por outro.

Mais, o Cardeal defende inclusive, que o presidente deveria ter vetado o diploma para ver o que ia acontecer a seguir, ou seja, não basta os políticos deste País andarem a brincar com os direitos dos seus cidadãos, e ainda o Cardeal incitava a continuidade da brincadeira, para ver no que isto ia dar.

São comentários destes que destoam numa excelente entrevista, num país que se quer justo e correcto para com os seus. Isto, sem falar noutras posições mais que retrógradas da Igreja, condenadas por padres, bispos e afins, mas que as defendem em nome de um bem maior, segundo eles, que é a própria Igreja.

E enquanto houver alguém a propagar estas mentes mesquinhas, despojadas de conteúdo (os políticos deveriam proteger e beneficiar quem paga os seus impostos atempadamente) e os mesmos tacanhos se mantiverem no Poder, este país não vai a lugar algum...

O desabafo foi longo... Apenas escrevi o que me ia na alma...

Saudade

Já aqui falei sobre a Saudade, neste post, a propósito do livro da minha tia. Mais recentemente, a minha amiga Maria Paula, neste post, fez-me voltar ao passado; a um passado doloroso e, no entanto, tão cheio de paz e de saudade.
Quem de nós nunca participou daqueles saraus culturais que eram organizados nas escolas, nas festas do Natal, da Páscoa, ou de fim de ano? Pois bem, num desses saraus, e depois de actuações tão deprimentes, umas a seguir às outras, de colegas e amigos e outros que tais, a minha mente voou para longe dali.
A minha avó paterna estava doente e de repente dei por mim a querer estar junto a ela.
A avó Luísa era profunda em todo o seu ser; podia parecer ter o oceano a escorrer-lhe cara abaixo que, quem a contemplasse, diria que aquela mulher sorria por dentro. Aos seus netos, não se cansava de distribuir mimos e a minha única mágoa foi saber que ela partiu cedo demais. Pior do que isso, nos seus últimos dias de vida, visitei-a religiosamente, todos os dias e, quando me despedia dela, com um longo beijo na testa, dizia-lhe sempre: "até amanhã; já sabe que venho à mesma hora". Um dia, ela já lá não estava e, dentro de mim, senti que me tinha despedido dela.
Voltando ao sarau na minha escola em Trancoso, depois de mais uma actuação estridente, eis que a minha amiga Maria Paula sobe ao palco do pavilhão para recitar um poema de um autor desconhecido, intitulado "A vida é uma selva e na selva só sobrevivem os melhores" (aconselho vivamente a sua leitura...)
Fez-se silêncio e começou a música. Esta aqui:


Logo aos primeiros acordes senti um arrepio imenso percorrer-me o corpo, que me fez lembrar a minha avó e o quão estava a sofrer; ao encarar a Maria Paula, sozinha naquele palco enorme, amparada por umas canadianas (tinha feito uma operação ao joelho), desatei a chorar e contemplei todo o poema de olhos fechados e a cara molhada. O som das palmas, quando terminou, foi ensurdecedor; melhor do que isso, foi constatar que as minhas lágrimas não eram únicas ao meu redor.
Passaram-se 18 anos desde esse dia e a Maria Paula publica esse poema no seu blog (o qual agradecerei para sempre), para voltar a mim esse misto de angústia e saudade; angústia pelo que passou e saudade do que fiz e do que fui. Já aqui o disse que aquela fase foi uma das mais significativas da minha vida, que me obrigou a encontrar solidão, partilha, amizade, para depois partir à descoberta daquilo que eu era e do que queria.
E, se há 18 anos atrás, imitei a minha avó, derramando o oceano, hoje, acontece-me precisamente o mesmo. Mal os primeiros acordes começam, sinto aquele arrepio que me invade a alma e uma força maior que me traz um sentimento de paz e de alegria, porque sei, dentro de mim, que a minha avó está em paz a zelar por todos nós com aquele seu sorriso interior que tanto a caracterizava.
Eis senão quando descubro uma nova versão dessa música:


Não mais profunda que a anterior; não mais bela ou mais poderosa; nem mais rica ou mais apelativa. O que, para mim, interessa significativamente, é a sensação que ela me causa: a mesma. Por mais palavras que aqui coloque, não consigo descrever a maravilhosa sensação que me invade e contempla a alma...
Até agora, apenas duas pessoas sabiam desta minha "história"; decido agora partilha-la com os poucos (mas excelentes) seguidores deste meu cantinho...

Página virada

Como alguém sábio uma vez disse, "a casa da partida é sempre uma casa de chegada"; partimos para algumas coisas, quando queremos chegar a outras e vice-versa.
Quem me conhece bem (pouquíssima gente, felizmente...) sabe que passei quase dez anos da minha vida a dedicar-me e a trabalhar nesta empresa e que os últimos meses têm sido de indecisão.
Dada a volta por cima, decidi obter o CAP, coisa que almejava há já algum tempo para me dedicar à formação. E há certas coisas na nossa vida que têm que acontecer, naquele momento preciso, por mais voltas que até possamos dar para as contrariar. Resultado: tive três excelentes formadoras, duas das quais particularmente excepcionais, que jamais vou esquecer e a quem agradeço toda a ajuda que me têm dado nestes primeiros passeios. Obrigado Helga. Obrigado Raquel. Depois, tive uma turma fantástica e, traçados os objectivos gerais do que queria, tratei de ir à luta.

Depois de conseguir ministrar as primeiras formações, e feito um balanço inicial, sinto que é isto que gosto e que quero fazer, apesar da renitência de inúmeras empresas ligadas ao sector, que só aceitam formadores com mais de 2 anos de experiência. Encaramos sempre este "pau de dois bicos" com alguma revolta porque, se ninguém nos dá a primeira oportunidade, não conseguimos experiência nenhuma.
Posto isto, e para quem estiver interessado(a) ou conheça entidades dispostas a apostar em formações, acima de tudo práticas e com qualidade (é essa a minha aposta), eis aqui a lista de algumas formações que já ministrei e/ou tenho prontas para apresentar:

1. Atendimento ao Público e Imagem das Autarquias;
2. Gestão dos Meios de Comunicação e Promoção Institucional;
3. Relações Interpessoais em Ambiente Laboral;
4. Técnicas de Comunicação;
5. Técnicas de Vendas e Negociação Comercial;
6. Marketing Social;
7. Marketing Relacional;
8. Comunicar em Segurança;
9. Comunicar em tempo de crise;
10. Atendimento e Comunicação;
11. O papel do Líder;
12. Protocolo Empresarial;
13. ...

Resumindo e concluindo, estou a apostar em apresentar estas formações, dando de mim, o melhor que sei e posso fazer, na medida em que todos sabem o quanto defendo a língua portuguesa e o quão abomino erros ortográficos e calinadas na nossa gramática.
A minha aposta vai para formações ligadas à temática da Comunicação, Atendimento (seja ele telefónico, seja presencial), Marketing, Protocolo e Diplomacia, Gestão de Conflitos, Liderança de Grupos e Jornalismo.
Assim, para qualquer contacto e/ou informação, podem sempre utilizar o formulário da coluna ao lado ou enviar um e-mail para joel.pinto@gmail.com

Desabafo

O que é que uma empresa faz quando se deslocaliza?
Nada. Pura e simplesmente, nada... O funcionário rescinde o contrato, vem embora com uma mão à frente e outra atrás e a empresa descarta-se de responsabilidades e de trabalho.
É o que se passa neste triste país, com a conivência do código de trabalho. Uma tristeza...
Foi só um desabafo...

Terra-a-Terra - TSF

Terra-a-Terra, programa da TSF, transmitido este sábado em directo de Penedono.

Portugal e os velhos

É comum dizer-se que Portugal rima com mar.
Eu acho que rima mais com velharia ou num tom mais brejeiro, com velharadas.
Portugal está a ficar um país de velhos, de gente cansada e saturada, que vive só por viver e que faz o que faz, só porque vê outros a fazer o mesmo. Já o tinha dito aqui e volto a dizer. Seja na política, na cultura ou nas artes; seja na comunicação social, nas nossas escolas ou no desporto, este país está entregue a velhos, que acham que a idade é um posto e com isto por cá vão andando, em vez de se deixarem ficar nos anais da história, depositados numa prateleira qualquer.
Com tanta gente jovem, com novas ideias e novos projectos em mente, continua-se neste país a dar primazia ao que é velho, retrógrado e deprimente.
Já todos sabem que eu sou fã incondicional do Festival da Canção e da Eurovisão. E o que se assistiu este ano, diferente ao ano passado e do que lhe antecedeu? A mesmíssima coisa. Fazem-se homenagens ao passado; dá-se valor ao que os velhos dizem, dá-se preferência pelas suas opiniões e ignora-se o que a maioria quer. Este ano, voltou a ser tudo igual; tudo na mesma. E tudo vai continuar assim, enquanto houver velhos a comandar os destinos do rectângulo.
Enquanto a RTP continuar a seleccionar a velharada cá do burgo para escolher as músicas, não havemos de ir a lago algum; enquanto decidir este tipo de júri nacional, escolhendo a velharada ligada à música (conservatórios, escolas de músicas clássicas,...) não passamos da cepa torta.
Eles fizeram história? Têm obra feita? Óptimo! Mas deixem-nos repousar nos livros da História, sossegadinhos na prateleira e não os chateiem. Deixem de os incomodar porque o tempo agora é de novas ideias e de novas mentalidades.
Para que é que se promove o ensino de novas aprendizagens, novas técnicas e métodos quando, na verdade, se continua a dar preferência aos antigos em detrimento dos novos.
Já não basta um jovem, quando procura emprego (seja o primeiro ou não), lhe exigirem 3 ou 4 anos de experiência, e só depois disso é que dão valor às habilitações literárias, e ainda têm de concorrer directamente com pessoas que acabaram o 9º ano através dos programas Novas Oportunidades.
Deixemo-nos de moralismos e de falsas modéstias porque para que o país siga em frente, o sangue novo é necessário.

Rafael - Parte IV

Agora que o Natal já lá vai e o frio continua a nos perseguir, deixo aqui umas fotos do/com o meu tesouro. O Rafael (e os papás, claro) vieram cá passar o Natal e, esta quadra que se adivinhava bem cinzenta, correu lindamente.


Que o Natal é das crianças, isso é mais que certo e sabido; só não sei ainda porque motivo as crianças ficam tão renitentes a tirar uma fotografia com o Pai Natal; foi o cabo dos trabalhos convence-lo a tirar uma fotografia sozinho com o velho de barbas.


A Cavalinho montou um enorme presépio junto às suas instalações em S. Paio de Oleiros e a parte que o Rafael mais gostou foi a nave espacial. O sistema de gravação incluído era engraçado e repetia em feedback aquilo que se dizia lá dentro.


São sempre tão bons os beijinhos!!


Escusado será dizer que era mesmo necessária aquela quantidade de casacos; o frio era imenso e eu não sou nada dado a essas coisas. Volta Verão que estou à tua espera...
Aproveitando o facto de o Rafael ficar aqui uns dias depois do Natal, toca a passear e a dar presentes. Não comeu muitos chocolates, porque fazia doer a barriga e ainda a recuperar de uma otite e de uma gastrite, não havia brinquedo que ele não quisesse tocar.




No centro comercial, no jipe da Zebra...



Ou ao lado do "Noddy", ou "Oui-Oui", como é conhecido em França.
Imenso prazer, deu-me leva-lo a Penedono, para o apresentar ao meus pais. Não parou um minuto que fosse e de quem ele gostou muito, foi da Belinha.


A pobre desgraçada da cadela foi saco de pancada (no bom sentido,claro) e ele não a largou o tempo todo que lá estivemos. Um dia e meio sempre a brincar com a cadela (ou ela com ele, já não sei...)

Um fantástico Natal, que esperamos, se repita no próximo ano...

Porque é que as mulheres demoram tanto tempo quando vão à casa-de-banho?

A resposta a essa questão, fantástica, está neste post do blogue da jornalista Dulce Dias. É para rir, do início ao fim...

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