25 abril 2010
15 março 2010
Portugal e os velhos
É comum dizer-se que Portugal rima com mar.
Eu acho que rima mais com velharia ou num tom mais brejeiro, com velharadas.
Portugal está a ficar um país de velhos, de gente cansada e saturada, que vive só por viver e que faz o que faz, só porque vê outros a fazer o mesmo. Já o tinha dito aqui e volto a dizer. Seja na política, na cultura ou nas artes; seja na comunicação social, nas nossas escolas ou no desporto, este país está entregue a velhos, que acham que a idade é um posto e com isto por cá vão andando, em vez de se deixarem ficar nos anais da história, depositados numa prateleira qualquer.
Com tanta gente jovem, com novas ideias e novos projectos em mente, continua-se neste país a dar primazia ao que é velho, retrógrado e deprimente.
Já todos sabem que eu sou fã incondicional do Festival da Canção e da Eurovisão. E o que se assistiu este ano, diferente ao ano passado e do que lhe antecedeu? A mesmíssima coisa. Fazem-se homenagens ao passado; dá-se valor ao que os velhos dizem, dá-se preferência pelas suas opiniões e ignora-se o que a maioria quer. Este ano, voltou a ser tudo igual; tudo na mesma. E tudo vai continuar assim, enquanto houver velhos a comandar os destinos do rectângulo.
Enquanto a RTP continuar a seleccionar a velharada cá do burgo para escolher as músicas, não havemos de ir a lago algum; enquanto decidir este tipo de júri nacional, escolhendo a velharada ligada à música (conservatórios, escolas de músicas clássicas,...) não passamos da cepa torta.
Eles fizeram história? Têm obra feita? Óptimo! Mas deixem-nos repousar nos livros da História, sossegadinhos na prateleira e não os chateiem. Deixem de os incomodar porque o tempo agora é de novas ideias e de novas mentalidades.
Para que é que se promove o ensino de novas aprendizagens, novas técnicas e métodos quando, na verdade, se continua a dar preferência aos antigos em detrimento dos novos.
Já não basta um jovem, quando procura emprego (seja o primeiro ou não), lhe exigirem 3 ou 4 anos de experiência, e só depois disso é que dão valor às habilitações literárias, e ainda têm de concorrer directamente com pessoas que acabaram o 9º ano através dos programas Novas Oportunidades.
Deixemo-nos de moralismos e de falsas modéstias porque para que o país siga em frente, o sangue novo é necessário.
Eu acho que rima mais com velharia ou num tom mais brejeiro, com velharadas.
Portugal está a ficar um país de velhos, de gente cansada e saturada, que vive só por viver e que faz o que faz, só porque vê outros a fazer o mesmo. Já o tinha dito aqui e volto a dizer. Seja na política, na cultura ou nas artes; seja na comunicação social, nas nossas escolas ou no desporto, este país está entregue a velhos, que acham que a idade é um posto e com isto por cá vão andando, em vez de se deixarem ficar nos anais da história, depositados numa prateleira qualquer.
Com tanta gente jovem, com novas ideias e novos projectos em mente, continua-se neste país a dar primazia ao que é velho, retrógrado e deprimente.
Já todos sabem que eu sou fã incondicional do Festival da Canção e da Eurovisão. E o que se assistiu este ano, diferente ao ano passado e do que lhe antecedeu? A mesmíssima coisa. Fazem-se homenagens ao passado; dá-se valor ao que os velhos dizem, dá-se preferência pelas suas opiniões e ignora-se o que a maioria quer. Este ano, voltou a ser tudo igual; tudo na mesma. E tudo vai continuar assim, enquanto houver velhos a comandar os destinos do rectângulo.
Enquanto a RTP continuar a seleccionar a velharada cá do burgo para escolher as músicas, não havemos de ir a lago algum; enquanto decidir este tipo de júri nacional, escolhendo a velharada ligada à música (conservatórios, escolas de músicas clássicas,...) não passamos da cepa torta.
Eles fizeram história? Têm obra feita? Óptimo! Mas deixem-nos repousar nos livros da História, sossegadinhos na prateleira e não os chateiem. Deixem de os incomodar porque o tempo agora é de novas ideias e de novas mentalidades.
Para que é que se promove o ensino de novas aprendizagens, novas técnicas e métodos quando, na verdade, se continua a dar preferência aos antigos em detrimento dos novos.
Já não basta um jovem, quando procura emprego (seja o primeiro ou não), lhe exigirem 3 ou 4 anos de experiência, e só depois disso é que dão valor às habilitações literárias, e ainda têm de concorrer directamente com pessoas que acabaram o 9º ano através dos programas Novas Oportunidades.
Deixemo-nos de moralismos e de falsas modéstias porque para que o país siga em frente, o sangue novo é necessário.
12 janeiro 2010
Rafael - Parte IV
Agora que o Natal já lá vai e o frio continua a nos perseguir, deixo aqui umas fotos do/com o meu tesouro. O Rafael (e os papás, claro) vieram cá passar o Natal e, esta quadra que se adivinhava bem cinzenta, correu lindamente.
Que o Natal é das crianças, isso é mais que certo e sabido; só não sei ainda porque motivo as crianças ficam tão renitentes a tirar uma fotografia com o Pai Natal; foi o cabo dos trabalhos convence-lo a tirar uma fotografia sozinho com o velho de barbas.
ACavalinho montou um enorme presépio junto às suas instalações em S. Paio de Oleiros e a parte que o Rafael mais gostou foi a nave espacial. O sistema de gravação incluído era engraçado e repetia em feedback aquilo que se dizia lá dentro.
São sempre tão bons os beijinhos!!
Escusado será dizer que era mesmo necessária aquela quantidade de casacos; o frio era imenso e eu não sou nada dado a essas coisas. Volta Verão que estou à tua espera...
Aproveitando o facto de o Rafael ficar aqui uns dias depois do Natal, toca a passear e a dar presentes. Não comeu muitos chocolates, porque fazia doer a barriga e ainda a recuperar de uma otite e de uma gastrite, não havia brinquedo que ele não quisesse tocar.
No centro comercial, no jipe da Zebra...
Ou ao lado do "Noddy", ou "Oui-Oui", como é conhecido em França.
Imenso prazer, deu-me leva-lo a Penedono, para o apresentar ao meus pais. Não parou um minuto que fosse e de quem ele gostou muito, foi da Belinha.
Um fantástico Natal, que esperamos, se repita no próximo ano...
Que o Natal é das crianças, isso é mais que certo e sabido; só não sei ainda porque motivo as crianças ficam tão renitentes a tirar uma fotografia com o Pai Natal; foi o cabo dos trabalhos convence-lo a tirar uma fotografia sozinho com o velho de barbas.
A
São sempre tão bons os beijinhos!!
Escusado será dizer que era mesmo necessária aquela quantidade de casacos; o frio era imenso e eu não sou nada dado a essas coisas. Volta Verão que estou à tua espera...
Aproveitando o facto de o Rafael ficar aqui uns dias depois do Natal, toca a passear e a dar presentes. Não comeu muitos chocolates, porque fazia doer a barriga e ainda a recuperar de uma otite e de uma gastrite, não havia brinquedo que ele não quisesse tocar.
No centro comercial, no jipe da Zebra...
Ou ao lado do "Noddy", ou "Oui-Oui", como é conhecido em França.
Imenso prazer, deu-me leva-lo a Penedono, para o apresentar ao meus pais. Não parou um minuto que fosse e de quem ele gostou muito, foi da Belinha.
A pobre desgraçada da cadela foi saco de pancada (no bom sentido,claro) e ele não a largou o tempo todo que lá estivemos. Um dia e meio sempre a brincar com a cadela (ou ela com ele, já não sei...)
Um fantástico Natal, que esperamos, se repita no próximo ano...
02 janeiro 2010
2.1.10
No comments
Porque é que as mulheres demoram tanto tempo quando vão à casa-de-banho?
A resposta a essa questão, fantástica, estáneste post do blogue da jornalista Dulce Dias. É para rir, do início ao fim...
A resposta a essa questão, fantástica, está
31 dezembro 2009
Para 2010
31.12.09
2 comments
Mais um ano a ir embora, um ano onde o carinho e a amizade estiveram sempre presentes. E agora, o que podemos desejar para o próximo ano?
Que as verdadeiras amizades continuem eternas e tenham sempre aquele espaço especial em nossos corações; que as lágrimas, mesmo que poucas, sejam compartilhadas; que as alegrias estejam sempre presentes e sejam comemoradas por todos.
Que a inocência das nossas crianças e a sabedoria dos nossos velhos, sejam pelo menos respeitadas; que o carinho esteja presente num simples Olá, ou em qualquer outra frase, mesmo que dita brevemente.
Que os corações estejam sempre abertos para novas amizades, novos amores e novas conquistas; que os sentimentos pequenos sejam banidos de vez das nossas vidas; que aquele que necessite de ajuda encontre em nós, sempre, o conforto e a palavra amiga.
Que a verdade sempre esteja acima de tudo, que o perdão e a compreensão superem as mágoas e as desavenças, que tudo o que sonhamos seja transformado em realidade.
Que o amor pelo próximo seja a nossa meta absoluta e que a nossa longa jornada nos próximos 365 dias seja repleta de optimismo e esperança, força de vontade e poder realizar.
Que as verdadeiras amizades continuem eternas e tenham sempre aquele espaço especial em nossos corações; que as lágrimas, mesmo que poucas, sejam compartilhadas; que as alegrias estejam sempre presentes e sejam comemoradas por todos.
Que a inocência das nossas crianças e a sabedoria dos nossos velhos, sejam pelo menos respeitadas; que o carinho esteja presente num simples Olá, ou em qualquer outra frase, mesmo que dita brevemente.
Que os corações estejam sempre abertos para novas amizades, novos amores e novas conquistas; que os sentimentos pequenos sejam banidos de vez das nossas vidas; que aquele que necessite de ajuda encontre em nós, sempre, o conforto e a palavra amiga.
Que a verdade sempre esteja acima de tudo, que o perdão e a compreensão superem as mágoas e as desavenças, que tudo o que sonhamos seja transformado em realidade.
Que o amor pelo próximo seja a nossa meta absoluta e que a nossa longa jornada nos próximos 365 dias seja repleta de optimismo e esperança, força de vontade e poder realizar.
E que 2010 seja, para ti, estrondoso em todos os aspectos...
22 dezembro 2009
21 dezembro 2009
09 dezembro 2009
Crime
Despejar o lixo é tarefa comum ao mais comum dos mortais; hoje, a minha alma arrepiou-se. Ao fundo da minha rua, existem 3 contentores grandes, daqueles esverdeados de plástico, que em nada devem à moda. Do interior de um deles, vinha um som abafado, arrepiante mesmo e, ao levantar a tampa, apercebi-me de dois cães recém-nascidos já mortos.
Ainda envoltos naquela película (a minha amiga Maria Paula que me corrija se estiver errado), que devia ser a placenta, completamente molhados, estavam 2 cães pretos, já mortos, com cerca de 15 centímetros. O som de aflição do pobre desgraçado vinha do fundo do contentor que já estava cheio e meio a transbordar.
A 16 dias do Natal, como é que o ser humano se transforma neste tipo de monstro e é capaz de cometer tamanha atrocidade. Pior do que isso, como é que é possível eu ter este tipo de vizinhança e nunca me ter apercebido do semelhante? E mais bem pior do que isso, é saber que este monstro que vive na mesma rua que eu (ou nas ruas paralelas), amanhã de manhã sai de casa para ir trabalhar, como se nada do que aqui conto tivesse, realmente, acontecido?
Estou doente com esta história; o fim das minhas férias merecia algo bem mais agradável de contar.
Ainda envoltos naquela película (a minha amiga Maria Paula que me corrija se estiver errado), que devia ser a placenta, completamente molhados, estavam 2 cães pretos, já mortos, com cerca de 15 centímetros. O som de aflição do pobre desgraçado vinha do fundo do contentor que já estava cheio e meio a transbordar.
A 16 dias do Natal, como é que o ser humano se transforma neste tipo de monstro e é capaz de cometer tamanha atrocidade. Pior do que isso, como é que é possível eu ter este tipo de vizinhança e nunca me ter apercebido do semelhante? E mais bem pior do que isso, é saber que este monstro que vive na mesma rua que eu (ou nas ruas paralelas), amanhã de manhã sai de casa para ir trabalhar, como se nada do que aqui conto tivesse, realmente, acontecido?
Estou doente com esta história; o fim das minhas férias merecia algo bem mais agradável de contar.
05 dezembro 2009
Mau tempo
5.12.09
2 comments
Chuva, chuva, frio e mais chuva.
Este tempo está mesmo medonho e não apetece sair da cama...
Este tempo está mesmo medonho e não apetece sair da cama...
















