Como é possível haver pessoas assim?
Foi a Ana que me enviou por e-mail... Jinho grande para ti, miúda!!!
O que me vai na alma...
Mais informações no Separador acima
Como grande fã que sou da Eurovisão, deixo-vos acima o site oficial
Bem no Norte de França... Clique em cima no Separador, para uma visita guiada






Com o interior preto...



Foi uma cadela que eu sempre gostei e que veio substituir no meu coração a Camila, irmã do Óscar, morta atropelada por uma motorizada, há quase sete anos.
A Cruela nunca foi dada a limpezas, confesso, nem a ser nada limpa. Guardo com amor esta fotografia, numa pose que ela gostava e se sentia confortável: singela e como só ela, deitada em cima dos meus pés. De nada adiantava ralhar ou afastar os pés; ela acabava sempre por se deitar em cima de um deles, ou melhor ainda, dos dois.
Ladrava como só ela sabia e era a primeira a dar sinal de visitas ou de gatos no jardim. Quantas vezes, já deitado, tive que me levantar para a mandar calar...
Quando a fui encontrar, já morta, ainda tinha ao seu lado um cãozinho vivo. A sempre disponível avó Diana cuidou dele por 24 horas e gerou leite para o amamentar, mas o pobre coitado também se despediu deste mundo.
Resta-me agora o consolo de brincar com os restantes cinco e, quem sabe, se não vai ser agora que eu vou concretizar o meu grande desejo de ter um pastor-alemão...

Como amante que é dos seus cães, Jerry não descansa enquanto não regressa à Antárctida para resgatar os seus amigos, 175 dias depois de os ter lá deixado. Baseada em factos verídicos, esta história comove qualquer um, principalmente nas cenas em que dois dos cães morrem e, principalmente, no reencontro dos restantes seis com o seu dono e amigo.
Por incrível que possa parecer, a música que este ano representa o nosso país foi qualificada para a final do próximo sábado da Eurovisão da Canção ,que este ano é organizada pela Rússia.
Já aqui o tinha dito e repito: este género de música (entenda-se, a nossa), não vai longe na Eurovisão, mas ouvindo todas as músicas a concurso, a tónica dominante é a de haver poucos géneros musicais e, cada vez mais, apostar-se no espectáculo, na imagem de palco e em coreografia arrojadas, do que nas músicas que se apresentam ou mesmo nas respectivas letras.
Por isso, no próximo sábado, faça chuva ou faça sol, eu lá estarei, de telemóvel desligado e completamente apagado para o mundo, sintonizado na RTP e no site oficial. E não adianta barafustar nem me contrariar: para mim, a hora da Eurovisão é sagrada e não faço nada de nada... incluindo o jantar; só depois de conhecer o vencedor (que espero seja Portugal), é que vou encarar os tachos e panelas. E ainda assim, vou pensar sobre o assunto.