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09 setembro 2009

4 aninhos

Parabéns Rafael...



Parece que foi ontem que vieste ao mundo e já estás um pequeno grande homem!!

Beijinhos do tamanho do mundo...

24 julho 2009

Férias

Ah, como é bom estar de férias e não fazer nenhum...

14 julho 2009

Quem quer?

Tenho aqui em casa um vaso com esta flor que está a mais.




Alguém o quer?? Quem o quiser, é favor avisar, seja por e-mail, por telefone ou outro meio de contacto...
hihihi

12 julho 2009

Mais flores do meu jardim

Aqui ficam mais algumas flores do meu jardim; de facto, a natureza sabe o que faz e elas vão brotando, lindas como só elas, no seu devido tempo. Aja sol, água e terreno fértil...

Estas campânulas, disseram-me que existem em milhentas cores, mas tenho em 3 tons de azul.


E neste azul acinzentado...


E neste mais escuro.


Estas eram as supostas rocas de fiar, mas quem mas vendeu, enganou-me bem. Estou mortinho por estar com a dita senhora para lhe dar o recado. Escusado será dizer que não lhe compro mais nada.


Seguem-se os Estatices em duas cores...


Os Lírios do rio. Não são lindos?


Esta flor não sei o nome...


Também não me recordo do nome desta. Têm a sua graça...


Toda a gente tem Hortenses; aqui no Porto, costumam chamar-lhe Granjas.


Uma Estrelícia com 3 rebentos...


Os Girassois... Gosto tanto deles... Em duas tonalidades.


Acho este aqui muito bonito!!


Seguem-se os Amarantius; começam a crescer e a crescer...


E continuam a crescer. No ano passado, a flor tinha mais de 1 metro de comprimento. Tenho nesta cor e em vermelho que ainda não abriu.


Este Amarantius mais maçudo faz um arranjos lindos de se ver.


Para o ano vou ter imensos jarros. Estes foram semeados no ano passado e para o ano vão rebentar aqui como uma loucura: brancos, cor-de-rosa e bordeaux. Divinais...


Por último, os Eucomis. Quem é que gosta muito deles, quem é?
Começam assim...


E ficam assim, todos giraços. Este é em rosa, mas tenho também em branco-esverdeado.


Está a ficar compostinho o jardim, sim senhor, ou não está??

29 junho 2009

Curandeiro de Valongo

Não dá para explicar; só mesmo vendo e ouvindo bem e depois é rir a bandeiras despregadas...
Como é possível haver pessoas assim?




Foi a Ana que me enviou por e-mail... Jinho grande para ti, miúda!!!

27 junho 2009

O que é de facto significativo?

Recebi este texto da minha amiga Isabel e gostaria de o partilhar com todos...


1. O filho que muitas vezes não limpa o quarto e fica a ver televisão, significa que...

Está em casa!


2. A desordem que tenho que limpar depois de uma festa, significa que...

Estivemos rodeados de familiares e amigos!


3. Não encontro estacionamento, significa que...

Tenho carro!


4. As queixas que escuto acerca do Governo, significam que...

Tenho liberdade de expressão!


5. O trabalho que tenho em limpar a casa, significa que...

Tenho uma casa!


6. As roupas que estão apertadas, significam que...

Tenho mais do que o suficiente para comer!


7. Os gritos das crianças, significam que...

Posso ouvir!


8. O despertador que me acorda todas as manhãs, significa que...

Estou vivo!


9. O cansaço no final do dia, significa que...

Posso trabalhar!


Quando pensares que a vida te corre mal... lê outra vez este texto!!!

24 junho 2009

Flores do meu jardim

Dizem que as flores são o elo de ligação do Céu com a Terra; se é verdade ou não, eu não sei, mas hoje apetece-me mostrar-vos algumas (poucas) das flores que eu tenho no meu jardim.
Comecemos pela mais esquisita delas todas; não sei como se chama, até porque me foi oferecida e quem ma deu, disse que se chamava "tromba de elefante".


Se é ou não, não sei; o que é certo é que, no Google, não há nada com este nome. E se não está no Google...

Tenho também os vulgares Agapantos azuis...


E Agapantos brancos; estes mais tímidos, que estão agora a começar a abrir.


Seguem-se os Statices; tenho em vários cores mas decidi mostrar estes azuis e brancos. Já estão marcados para secar, até porque quero recuperar as sementes.


O lírio-do-rio é a flor que se segue; aqui pelo Porto é considerada uma flor meia selvagem, mas que é bem bonita, lá isso é...


O dinheirão que eu dei pela flor que se segue; já não me recordo do nome, mas quando crescer, vai ficar parecida com as rocas de fiar; aquela coisa onde a branca de neve se picou e adormeceu à espera do beijo do príncipe encantado...


A seguir vêm os jarros; não os tradicionais jarros brancos (que também os tenho), mas estes pequeninos e perfeitinhos (vejam o preços nas floristas...)

Com o interior preto...


Fazem as delícias do meu jardim... Tenho também em amarelo e cor-de-rosa.

A singela orquídea, que fica bem em qualquer jardim que se preze...



Tenho em imensas cores.

As rosas...



... com direito a abelhinha e tudo.

E mais outra rosa.



A flor do arroz... fica óptima em arranjos.


E mais uma rosa, desta vez branca-esverdeada, cobiçada pela minha mãe e pelas minhas tias!!



A prótea (que eu sei bem quem quer uma, mas não vai ser igual a esta)...

E para acabar a ronda, que isto já vai longo, a estrelícia. Digam lá que não parece de estufa...



Quem se quiser voluntariar para ajudar a tratar do jardim, é favor chegar-se à frente, que há trabalho para todos!!!

07 junho 2009

Saudades

A passada sexta-feira foi um dia triste para mim... Depois de ter estado um dia inteiro em trabalho de parto, a minha menina Cruela partiu em direcção a outro mundo, a outra luz.



Foi uma cadela que eu sempre gostei e que veio substituir no meu coração a Camila, irmã do Óscar, morta atropelada por uma motorizada, há quase sete anos.

A Cruela nunca foi dada a limpezas, confesso, nem a ser nada limpa. Guardo com amor esta fotografia, numa pose que ela gostava e se sentia confortável: singela e como só ela, deitada em cima dos meus pés. De nada adiantava ralhar ou afastar os pés; ela acabava sempre por se deitar em cima de um deles, ou melhor ainda, dos dois.

Ladrava como só ela sabia e era a primeira a dar sinal de visitas ou de gatos no jardim. Quantas vezes, já deitado, tive que me levantar para a mandar calar...

Quando a fui encontrar, já morta, ainda tinha ao seu lado um cãozinho vivo. A sempre disponível avó Diana cuidou dele por 24 horas e gerou leite para o amamentar, mas o pobre coitado também se despediu deste mundo.

Resta-me agora o consolo de brincar com os restantes cinco e, quem sabe, se não vai ser agora que eu vou concretizar o meu grande desejo de ter um pastor-alemão...

20 maio 2009

Surpresa

Chego eu a casa, hoje, depois de um dia chato de trabalho, e quem encontro à minha espera?



Pois é... o "Fael". Escusado será dizer que assim que me viu, ainda eu dentro do carro, começou logo a correr em direcção a mim, com aquele sorriso lindo que só ele tem.
- Onde queres ir? - Perguntou ele.
- Cavalinho...
- Bora lá...


Tem que ser assim, com o pai a segurar a Estrela, não fosse ela espantar-se e acontecer algo de mal.
- Vamos embora?
- Não...
- Mais tarde, vimos outra vez...
- Tá bem...
- E agora? Vamos fazer o quê?
- Vamos "bincar"...


E qual não é a criança que gosta de brincar com gatos e com cães?? Desde que o bichano tenha rabo para se puxar, cá vai disto...

O pior foi a seguir...
- Rafael, vamos à praia?
- Sim.
- O tio não vai, que tá cansado...
Um berreiro tremendo. Foi a chorar, desde casa até ao carro e assim continuou.
- O tio fica aqui. Nós já vimos...

Uma prenda de anos atrasada, que eu não estava a contar. A melhor de todas as que recebi até hoje...

19 maio 2009

Tarde a chorar

Já toda a gente sabe que eu sou um sentimental e um romântico (há quem me chame lamechas).
O que muitos (ainda) não sabiam é que eu choro quando me emociono com um filme mais ou menos dramático; desde a singela lágrima no canto do olho, até áquelas lágrimas que caem e inundam a cara toda, deixando os olhos inchados, como se estivesse a chorar de dor.

Serve esta minha introdução para dizer que passei a tarde deste domingo a chorar como uma Madalena arrependida a ver este filme:



O filme realizado por Frank Marshall e produzido pela Disney, já tem três anos, mas só tive o prazer de o ver este domingo, na SIC. Trata-se de um emocionante e comovente filme de acção e aventura, sobre a lealdade e a amizade de um guia, Jerry, brilhantemente interpretado por Paul Walker, que se vê obrigado a deixar para trás os seus oito cães de trenó (Buck, Dewey, Max, Maya, Old Jack, Shadow, Shortie e Truman), para sobreviver ao mais terrivel Inverno do planeta.

Como amante que é dos seus cães, Jerry não descansa enquanto não regressa à Antárctida para resgatar os seus amigos, 175 dias depois de os ter lá deixado. Baseada em factos verídicos, esta história comove qualquer um, principalmente nas cenas em que dois dos cães morrem e, principalmente, no reencontro dos restantes seis com o seu dono e amigo.

Até sábado passado, o filme que mais lágrimas me fez brotar foi "A Cor Púrpura"; este domingo bati o recorde; chorei, chorei, chorei até ficar com os olhos doridos e mais chorei no fim quando Jerry carregou nos seus braços a sua cadela preferida, Maya, que ele julgava estar morta.

A quem ainda não viu, aconselho vivamente e claro que este filme vai direitinho para a minha lista Top 10 dos melhores filmes. Como dizia Milan Kundera, “Os cães são o nosso elo com o Paraíso. Eles não conhecem a maldade, a inveja ou o descontentamento. Sentar-se com um cão ao pé de uma colina numa linda tarde, é voltar ao Éden onde se fica sem fazer nada e isso não era tédio. Era paz.